Skip navigation

Monthly Archives: fevereiro 2012

A Mirage Knights Store está com presença confirmada na próxima edição do Expo Anime Matsuri, que ocorrerá dia 10/03 em Ponta Grossa, PR. Eis o cartaz do evento (clique para ampliar):

A todos os fans de Choujikuu Yousai Macross: não percam a exibição do magnífico filme Ai Oboete Imasu ka, de 1984. É a versão remaster de 2007, detentora da melhor qualidade que existe até o presente momento.

Venha nos visitar no nosso estande, bater aquele papo e, quem sabe, levar algum colecionável para casa! 🙂

A MKS têm o orgulho de apresentar hoje um jogo de uma das séries de RPGs japoneses mais antigas (se não for a mais antiga), The Legend of Heroes – Ao no Kiseki. Primeiro, segue um breve histórico sobre esta saga que em 2014 irá fazer 30 ANOS de aniversário.

Tudo começou com uma pequena empresa chamada Nihon Falcom (empresa hoje conhecida no ocidente pelos seus jogos da série Ys), lançando o primeiro jogo desta épica série, o Dragon Slayer (1984, para Sharp X1, um tempo em que a hoje tão aclamada série de RPGs Final Fantasy não era ainda nem uma idéia e a popular série Dragon Quest talvez fosse um sonho). Esta série Dragon Slayer deu origem a outras sagas, como Xanadu e The Legend of Heroes.

Não se sabe muito bem como se deu a origem destas sagas em relação ao Dragon Slayer, se eles eram apenas sequências que “tomaram vida própria” ou novas sagas relacionadas que foram planejadas assim desde o principio, pois existem poucas informações claras destes tempos antigos. Sabe-se apenas que a série Dragon Slayer possúi vários generos de RPG, com alguns sendo do estilo Dungeon Crawler, Plataforma (um deles até, dizem as lendas, o jogador controlava um grupo todo EM TEMPO REAL) e outros híbridos.

Dentro desta série Dragon Slayer, foram lançados os Dragon Slayer VI e VII cujo seus subtítulos eram respectivamente The Legend of Heroes I e II. Ambos  os jogos fechavam uma saga que mais tarde é conhecida por parte dos fãs como a Saga Dragon Slayer dentro do The Legend of Heroes. Após seu sucesso, a série The Legend of Heroes cresceu e mais sagas foram criadas, a Trilogia Ghargav (TLoH III: Shiroki Majou, TLoH IV:Akai Shizuku e TLoH V: Umi no Oriuta) e finalmente a saga No Kiseki (“Trilhas no” em português), com seu inicio em TLoH VI: Sora no Kiseki.

A saga No Kiseki, com seu imenso sucesso seguiu o exemplo de The Legend of Heores e tornou-se uma série própria. Nela existem atualmente 5  jogos, Sora no Kiseki FC, SC e The 3rd, a qual o FC (First Chapter) e SC (Second Chapter) fecham a Saga do Aureole, com o The 3rd (ou Advanced Chapter como escrito dentro do próprio jogo) revelando mais detalhes sobre o mundo e os personagens. Em seguida vem a próxima saga fechada, constituída de dois
jogos para o console PSP, Zero no Kiseki e Ao no Kiseki.

A série No Kiseki possui varías características que a distinguem dos outros jogos de RPG. A mais notável delas é o fato de o jogo não se passar no mundo todo, ou seja, embora os personagens enfrentem uma grande ameaça, de maneira alguma se trata do clássico “estamos lutando pelo mundo”, muito pelo contrário, existe um caso onde após a derrota do vilão (que realmente estava se esforçando para proteger sua terra e povo) decorreu na subsequente conquista da terra que os personagens lutam tanto para proteger, fazendo com que eles ficassem destinados a uma desesperada batalha de resistência contra um dos maiores exércitos do continente. Esta é uma excelente característica, pois ela passa aquela idéia de o mundo ser grande, onde um punhado de cidades ou até mesmo um pequeno reino são mais que o suficiente para servir de palco para um verdadeiro épico, necessitando-se muito mais do que uma espada lendária ou uma poderosa magia para se tornar o “mais forte de todos” (um bom político com um bem equipado exército nacional pode muito bem dar cabo dos “poderosos” heróis).

Agora, com o fim da breve aula de história, vamos ao review de verdade, temos nossa querida Elena (Ys III – Wanderers From Ys) como garota propaganda.

Acima temos a imagem da caixa do Ao no Kiseki, 1° tiragem, edição limitada.

Acima está todo o conteúdo da caixa: os Nendoroid Puchi de duas das principais heroínas (apenas para primeira tiragem da edição limitada), o próprio Ao no Kiseki, o CD de drama (da edição limitada) que liga o final do Zero no Kiseki com o início do Ao no Kiseki e um encarte com propagandas (como dos  recentes OVA do Sora no Kiseki).

Nesta imagem pode-se ver os Nen-puchi desmontados dentro de sua embalagem lacrada (que por sinal veio embalada no plastico bolha visto no canto superior esquerdo).

Acima pode-se ver a ilustre Tio Plato  já montada, vestindo sua capa, sensores (ou orelhas de gato) e seu cetro orbal pronta para passar pelo seu primeiro conflito para se tornar a nova garota propaganda de produtos relacionados a Nihon Falcom (pois ela acha que a Elena já está muito passada, tem até mais de 3 remakes do jogo em que ela aparece).

Mais antes do conflito, nesta imagem mostramos a vocês um detalhe interessante, reparem como na base além do MADE IN CHINA pode-se ver o direito autoral do fabricante. Em Nendoroids (sejam eles puchi ou não), o direito autoral sempre consta na base, um metodo bem simples para detectar eventuais falsificações é ficar de olho neste detalhe, pois boa parte delas consta apenas o MADE IN CHINA, sem falar que a base geralmente é de qualidade inferior (mais fina e as vezes até mesmo bem menor).

Voltando a batalha, Tio utiliza de surpresa e com um dramatico e monótono “EI!” vence a batalha contra a desarmada veterana (ninguém disse que seria uma batalha justa).

Acima pode-se ver o par das heroínas posando para foto com a heroína mais…experiênte.

Na imagem acima pode-se ver o estojo do disco de drama, um CD de 7 trilhas, contando o que acontece após o fim do jogo anterior.

Nesta imagem pode-se ver os encartes promocionais, com o dos OVA do Sora no Kiseki e um depoimento dos criadores/colaboradores na saga Zero/Ao no Kiseki (esquerda), uma espécie de cartão postal falando sobre o Zero no Kiseki Full Voice (centro) e um cartão de envie-nos sua opinião (direita).


Nas imagens acima pode-se ver a caprichada capa e arte do UMD, nada de muito especial se comparado com o restante do conteúdo desta edição especial.

Segue a história deste épico:

Você joga no papél da Lloyd Bannings, um policial da polêmica Divisão Especial da Policia de Crossbel (DEPC), uma divisão que no inicío do jogo anterior era motivo de piadas, pois nada mais era do que uma iniciativa do governo local de ter sua própria imitação barata da Guilda de Bracers (organização de bem feitores espalhada por todo o continente, uma espécie de guilda de aventureiros, com a divisão de Crossbell possuíndo pessoal do mais alto nível, fazendo a polícia parecer inútil). Como membro da DEPC, Lloyd e seus companheiros realizam os mais diversos trabalhos, desde os convencionais como: eliminar monstros e fazer investigações de cena do crime, a até os mais exóticos como: servir de mascote do parque de diversões, dar palestra na escola dominical sobre a polícia e o delicioso MULTAR CARROS DURANTE O FERIADO DO ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DO ESTADO.

Ao fim do Zero no Kiseki, com a Batalha do Dia Mais Longo de Toda Crossbell, onde um culto maléfico de hereges que renegam a existência da Deusa dos Céus, Aidios conhecido como Culto D∴G (lê-se “D então Gnosis”, o significado do D é revelado apenas mais para o final deste jogo), tomaram controle da maior força armada de Crossbell atravéz da sua droga Gnosis (uma substância misteriosa que aparentemente traz a tona todo o potencial escondido de uma pessoa e em certos casos, as deixa abertas para posseção demoniaca) e em conjunto de colaboradores locais da máfia lançou um ataque em larga escala contra a cidade.

Graças a aos esforços da DEPC e dos famosos Bracers Joshua e Estelle (personagens principais da saga Sora no Kiseki) e da garotina Renne (uma agente da misteriosa e poderosa organização Ouroboros, que possuí técnologia décadas a frente de qualquer outra nação) e seu enorme robô Patel-Matel (capaz de derrubar quase qualquer coisa com um disparo de seus poderosos Buster Cannons), eles conseguem derrotar o demonizado líder do culto e manter em segurânça KeA, uma menina com amnésia que parece desempenhar um papél vital nos planos do culto de “criar o único e verdadeiro deus“.


O jogo se inicia 6 meses depois da grande batalha, a DEPC foi desativada e seus membros se separam, com Tio voltando a Leman para o guartel general da Epstein (uma empresa líder em desenvolvimento de técnologia orbal) com a finalidade de ajudar com a expanção das conexões de rede orbal entre países (sim minha gente, o mundo está se modernizando e começando a instalar a INTERNET), Elie tornando-se secretária de seu avô (membro do governo de Crossbell) e Randy voltando para a Guarda do Estado para reabilitá-los após o fiasco de serem todos drogados e controlados atravéz de Gnosis e Lloyd, continuando com seu trabalho como policial.

Lloyd e seu grupo estão na perseguição de dois colaboradores do Culto que escaparam da prisão se refugiaram nas ruínas de uma antiga base de operações do grupo. Após a prisão dos fugitivos a DEPC é reativada e inicia investigações no poderoso grupo mercenário Constelação Escarlate, sobre comando de “Ogre Rosso” Sigmund Orlando, tio de Randy, grupo conhecido como os mais fortes e sanguinarios mercenários do oeste do continênte, que se estabeleceram na cidade por via da compra de todos os bens e instalações confiscadas da máfia.